Os cristais nos ensinam através do silêncio. Cada cristal tem sua assinatura própria e demorou milhares de anos pra se formar na natureza. Como nós, cada um deles é único. Observar e se conectar com um cristal é tão complexo quanto nos conectarmos com a gente!

O cristal é neutro. Ele não te julga. Não importa o que você faz da vida, qual sua religião, os erros e acertos que cometeu recentemente… O cristal está. E, ao mesmo tempo, ele não pede para ser idolatrado de forma alguma. Ele apenas pede para que você acesse toda a informação ancestral que está guardada nele.

Os cristais não são novos no mundo. Se você se conectou há pouco tempo com essa energia, VOCÊ é novo. Não o cristal. Pode-se — e deve-se — criticar sim essa “moda” dos cristais e do consumo desenfreado deles… Mas também acho que isso é um sinal de que precisamos voltar. Voltar ao que é essencial, ao que é conexão ancestral, ao que nos faz bem e a gente não sabe nem explicar o motivo… Só sentir. Como sociedade, estamos sempre de olho no que está à frente — mas faz sentido também segurar um cristal na mão e entender que, mesmo que queiramos evoluir em direção ao futuro, mais tecnologia e rapidez — o que verdadeiramente nos conecta à Terra é essencial, simples e faz de todos nós fontes da mesma origem.

Entende como é algo tão simples e complexo? Faz algum sentido pra você esse papo?